Sensor de Velocidade para Pajero Sport 4D56 Diesel
O sensor de velocidade do veículo fornece o sinal de velocidade para o painel, controle do câmbio automático e outros sistemas. Sua falha faz o velocímetro travar em zero e pode afetar o comportamento da transmissão.
Sensor de Velocidade Mitsubishi Pajero L200 Triton MR122305
MB618440
Se aparecer "não compatível", tente em aba anônima — é filtro de perfil do ML.
Especificações Técnicas
| Motor | 4D56 — 2.5L Diesel |
| Aplicação | Pajero Sport |
| Anos | 2001 a 2010 |
| Código OEM | MB618440 |
| Peça | Sensor de Velocidade |
| Intervalo | Sem intervalo fixo — substituir ao detectar velocímetro zerado |
Veículos Compatíveis
Esta peça se aplica aos seguintes modelos com motor 4D56:
Sempre confirme a compatibilidade pelo código OEM antes da compra.
Diagnóstico e Manutenção
⚠️ Sintomas
- •Painel de instrumentos com velocímetro inoperante ou com leitura errática
- •Troca de marchas automáticas irregulares ou travadas em uma marcha (transmissão automática INVECS-II)
- •Injeção eletrônica em modo de emergência (luz de check engine acesa) com falha P0500
- •Piloto automático (cruise control) inoperante
- •Instabilidade no ralenti e consumo excessivo de combustível devido a correções indevidas da ECU
🔍 Causas Comuns
- •Desgaste ou contaminação do sensor de velocidade (VSS) montado na caixa de transferência ou transmissão
- •Conector elétrico do VSS oxidado, com mal contato ou fios rompidos no chicote próximo à caixa
- •Anel reluctor (sinalizador) danificado ou desalinhado dentro da caixa de transferência
- •Falha no módulo combinímetro (cluster) que recebe o sinal CAN do VSS
- •Contaminação por óleo ou lama na região do sensor devido a vedação comprometida
🔧 Procedimento
Passos com “como fazer isso na prática” abrem a explicação completa — você não precisa do manual de serviço em mãos.
-
1.Conectar scanner OBD2 compatível (MUT-II/MUT-III ou equivalente) e verificar DTC P0500 ou P0501; monitorar parâmetro de velocidade do veículo em tempo real
Como fazer isso na prática: Ler e apagar os códigos de falha com scanner ↓
Por que isso importa: O código diz onde a ECU viu problema — é o ponto de partida, não o diagnóstico pronto. E apagar depois do reparo é o que confirma se resolveu: código que não volta é serviço concluído.
Como fazer: Conecte o scanner na tomada OBD-II (fica embaixo do painel, do lado do motorista) com a ignição ligada e o motor desligado. Leia os códigos de TODOS os módulos, não só do motor: falha de rede ou de câmbio ajuda a entender o conjunto. Anote tudo antes de apagar. Faça o reparo, apague os códigos e rode o veículo em condição parecida com a que gerou a falha (mesma faixa de rotação, mesma carga) para ver se retorna.
⚠ Cuidados: Apagar código sem reparar não conserta nada — só esconde o sintoma até a ECU detectar de novo, e você perde a informação de quando começou. O manual Mitsubishi indica a ferramenta própria (M.U.T.-III), mas para LER e APAGAR qualquer scanner OBD-II honesto resolve; a ferramenta de fábrica é necessária para testes de atuador e alguns procedimentos de gravação.
O que fazer com o resultado: Código que volta imediatamente = falha presente, siga o diagnóstico. Código que não volta após dias de uso = era falha intermitente ou já corrigida (conector oxidado que voltou a fazer contato, por exemplo).
-
2.Inspecionar visualmente o conector do VSS localizado na lateral da caixa de transferência (lado direito do veículo); verificar oxidação, folga e integridade dos fios
-
3.Com multímetro, medir a resistência do sensor (valor de referência: 1,2 a 1,6 kΩ entre os terminais 1 e 2 em temperatura ambiente); abaixo ou acima deste valor indica sensor em mau estado
Como fazer isso na prática: Medir resistência com multímetro ↓
Por que isso importa: A resistência revela se a parte elétrica do componente está inteira: circuito aberto (leitura infinita) ou em curto (perto de zero) condenam a peça. É o teste mais barato antes de comprar qualquer coisa.
Como fazer: Chave desligada e conector desconectado — medir com o circuito energizado dá leitura errada e pode danificar o multímetro. Selecione a escala de ohms (Ω), toque as duas pontas nos terminais do componente e anote. Quando o item existe em conjunto (4 velas, 4 injetores, 4 bobinas), meça TODOS e compare entre si: peças do mesmo motor devem dar valores próximos, e a que fugir do padrão é a suspeita. Faça a medição com o motor frio.
⚠ Cuidados: Encoste as pontas do multímetro uma na outra antes de começar: a leitura deve ser praticamente zero. Se não for, o problema está nas pontas ou na bateria do aparelho, não na peça.
O que fazer com o resultado: Leitura infinita = componente ou circuito interrompido. Leitura muito abaixo das demais = curto interno. Valores próximos entre as peças e dentro do esperado = a parte elétrica está boa; se o sintoma continua, o problema é mecânico, hidráulico ou de comando.
-
4.Com o veículo suspenso e apoiado em cavaletes, girar a roda traseira manualmente e verificar com osciloscópio a presença de sinal quadrado (onda quadrada) nos terminais do sensor — frequência deve aumentar proporcionalmente à rotação da roda
-
5.Se o sensor estiver OK, verificar integridade do anel reluctor interno na caixa de transferência e a continuidade do chicote até a ECU (terminais 41 e 42 do conector da ECU, conforme diagrama do 4D56)
Como fazer isso na prática: Testar a continuidade da fiação ↓
Por que isso importa: Boa parte dos códigos elétricos é fio ou conector, não peça. Vibração, calor do motor e umidade rompem condutor por dentro do isolamento — o fio parece inteiro por fora e está partido por dentro.
Como fazer: Chave desligada e o conector desligado das duas pontas. Coloque o multímetro na função de continuidade (o símbolo de "bip"). Toque uma ponta em cada extremidade do MESMO fio: se apitar, o fio está inteiro. Depois teste o mesmo fio contra a massa e contra o positivo — não deve apitar em nenhum dos dois. Mexa o chicote enquanto testa: falha intermitente aparece quando você movimenta a fiação.
⚠ Cuidados: Nunca fure o isolamento do fio para medir. O furo entra água, oxida e cria um defeito novo, geralmente pior e mais difícil de achar depois. Meça pelos terminais do conector.
O que fazer com o resultado: Sem continuidade = fio rompido, repare ou substitua o trecho. Continuidade contra a massa ou o positivo = curto, ache onde o isolamento encostou. Fiação e conector bons = aí sim a suspeita recai sobre o componente.
💡 Na Pajero Sport com câmbio automático INVECS-II, o VSS é peça crítica: sem sinal correto, a ECU trava a transmissão em 3ª marcha como proteção. Ao substituir o sensor, aplicar trava-rosca no parafuso de fixação (torque: 8–12 Nm) e verificar a vedação com anel O-ring para evitar infiltração de óleo da caixa de transferência. Utilize preferencialmente peça original Mitsubishi (código MD747180 ou equivalente aplicável ao modelo/ano).
Dúvidas Frequentes
Qual sensor de velocidade usar no Pajero Sport 4D56? ↓
Para o Pajero Sport com motor 4D56 (2001 a 2010), use Sensor de Velocidade, código OEM MB618440. O produto verificado é: Sensor de Velocidade Mitsubishi Pajero L200 Triton MR122305.
De quanto em quanto tempo ou km troca o sensor de velocidade do 4D56? ↓
Sem intervalo fixo — substituir ao detectar velocímetro zerado. Consulte sempre o manual do proprietário do seu veículo para confirmação.
Quanto custa o sensor de velocidade para o 4D56? ↓
O preço médio do sensor de velocidade verificado para o motor 4D56 é de R$ 88 no Mercado Livre. Preços podem variar por marca e vendedor.
Preciso ir à concessionária para trocar o sensor de velocidade no 4D56? ↓
Não. O sensor de velocidade pode ser trocado em qualquer oficina de confiança ou, dependendo da peça, pelo próprio proprietário. Use sempre o código OEM correto para garantir a peça compatível.
Sensor de Velocidade para Pajero Sport
A partir de R$ 88 · Verificado