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Motor 4M41 3.2L Diesel 2007 a 2015

Sensor de Posição do Virabrequim para L200 Triton 4M41 Diesel

O sensor de posição do virabrequim informa à ECU a rotação exata e a posição angular do motor, dados essenciais para calcular o ponto de injeção e ignição. Sua falha geralmente impede completamente a partida.

Produto Recomendado

Sensor Rotação Virabrequim L200 Triton 3.2 2007 a 2015

⬛ Platinum
OEM: 1865A161
a partir de R$ 181
🔎 Ver no Mercado Livre

Se aparecer "não compatível", tente em aba anônima — é filtro de perfil do ML.

Especificações Técnicas

Motor 4M41 — 3.2L Diesel
Aplicação L200 Triton
Anos 2007 a 2015
Código OEM 1865A161
Peça Sensor de Posição do Virabrequim
Intervalo Sem intervalo fixo — substituir ao detectar falha de partida ou rotação

Veículos Compatíveis

Esta peça se aplica aos seguintes modelos com motor 4M41:

L200 Triton

Sempre confirme a compatibilidade pelo código OEM antes da compra.

Diagnóstico e Manutenção

⚠️ Sintomas

  • Falha na partida do motor (dar partida e não pegar), especialmente com motor quente
  • Cortes de injeção intermitentes em rotações variadas, sentidos como falhas de combustão
  • Luz de injeção (injeção eletrônica) acesa no painel com DTC P0335 ou P0336 armazenado
  • Perda de potência ou funcionamento irregular em marcha lenta (rpm oscilando)
  • Motor funcionando normalmente mas morrendo subitamente ao esquentar (intermitência térmica do sensor)

🔍 Causas Comuns

  • Sensor de posição do virabrequim (CKP) com isolamento interno rompido, causando falha térmica (funciona frio e falha quente)
  • Conector elétrico do CKP com corrosão, folga ou terminais oxidados (comum em ambientes de off-road e lama)
  • Fiação do chicote danificada por atrito ou calor próximo ao escapamento, causando curto ou circuito aberto
  • Polia/engrenagem reluctora do virabrequim com dentes danificados ou desalinhados
  • Excesso de sujeira ou lama acumulada entre o sensor e a roda fônica, alterando o sinal

🔧 Procedimento

Passos com “como fazer isso na prática” abrem a explicação completa — você não precisa do manual de serviço em mãos.

  1. 1.
    1. Escanear a ECU com scanner compatível (MUT-III ou equivalente) e verificar DTCs P0335/P0336 e sinais em tempo real. Observar se há leitura de rpm durante a tentativa de partida.
    Como fazer isso na prática: Ler e apagar os códigos de falha com scanner ↓

    Por que isso importa: O código diz onde a ECU viu problema — é o ponto de partida, não o diagnóstico pronto. E apagar depois do reparo é o que confirma se resolveu: código que não volta é serviço concluído.

    Como fazer: Conecte o scanner na tomada OBD-II (fica embaixo do painel, do lado do motorista) com a ignição ligada e o motor desligado. Leia os códigos de TODOS os módulos, não só do motor: falha de rede ou de câmbio ajuda a entender o conjunto. Anote tudo antes de apagar. Faça o reparo, apague os códigos e rode o veículo em condição parecida com a que gerou a falha (mesma faixa de rotação, mesma carga) para ver se retorna.

    ⚠ Cuidados: Apagar código sem reparar não conserta nada — só esconde o sintoma até a ECU detectar de novo, e você perde a informação de quando começou. O manual Mitsubishi indica a ferramenta própria (M.U.T.-III), mas para LER e APAGAR qualquer scanner OBD-II honesto resolve; a ferramenta de fábrica é necessária para testes de atuador e alguns procedimentos de gravação.

    O que fazer com o resultado: Código que volta imediatamente = falha presente, siga o diagnóstico. Código que não volta após dias de uso = era falha intermitente ou já corrigida (conector oxidado que voltou a fazer contato, por exemplo).

  2. 2.
    2. Inspecionar visualmente o conector e o chicote do CKP, localizado na parte inferior frontal do bloco, próximo ao volante do motor / polia. Verificar corrosão, folga nos terminais e integridade dos fios.
    Como fazer isso na prática: Testar a continuidade da fiação ↓

    Por que isso importa: Boa parte dos códigos elétricos é fio ou conector, não peça. Vibração, calor do motor e umidade rompem condutor por dentro do isolamento — o fio parece inteiro por fora e está partido por dentro.

    Como fazer: Chave desligada e o conector desligado das duas pontas. Coloque o multímetro na função de continuidade (o símbolo de "bip"). Toque uma ponta em cada extremidade do MESMO fio: se apitar, o fio está inteiro. Depois teste o mesmo fio contra a massa e contra o positivo — não deve apitar em nenhum dos dois. Mexa o chicote enquanto testa: falha intermitente aparece quando você movimenta a fiação.

    ⚠ Cuidados: Nunca fure o isolamento do fio para medir. O furo entra água, oxida e cria um defeito novo, geralmente pior e mais difícil de achar depois. Meça pelos terminais do conector.

    O que fazer com o resultado: Sem continuidade = fio rompido, repare ou substitua o trecho. Continuidade contra a massa ou o positivo = curto, ache onde o isolamento encostou. Fiação e conector bons = aí sim a suspeita recai sobre o componente.

  3. 3.
    3. Medir a resistência do sensor com multímetro (sensor indutivo tipo reluctância magnética): deve apresentar entre 150 Ω e 400 Ω à temperatura ambiente (~25 °C). Fora desse range, substituir o sensor.
    Como fazer isso na prática: Medir resistência com multímetro ↓

    Por que isso importa: A resistência revela se a parte elétrica do componente está inteira: circuito aberto (leitura infinita) ou em curto (perto de zero) condenam a peça. É o teste mais barato antes de comprar qualquer coisa.

    Como fazer: Chave desligada e conector desconectado — medir com o circuito energizado dá leitura errada e pode danificar o multímetro. Selecione a escala de ohms (Ω), toque as duas pontas nos terminais do componente e anote. Quando o item existe em conjunto (4 velas, 4 injetores, 4 bobinas), meça TODOS e compare entre si: peças do mesmo motor devem dar valores próximos, e a que fugir do padrão é a suspeita. Faça a medição com o motor frio.

    ⚠ Cuidados: Encoste as pontas do multímetro uma na outra antes de começar: a leitura deve ser praticamente zero. Se não for, o problema está nas pontas ou na bateria do aparelho, não na peça.

    O que fazer com o resultado: Leitura infinita = componente ou circuito interrompido. Leitura muito abaixo das demais = curto interno. Valores próximos entre as peças e dentro do esperado = a parte elétrica está boa; se o sintoma continua, o problema é mecânico, hidráulico ou de comando.

  4. 4.
    4. Verificar o entreferro (air gap) entre o sensor e a roda fônica: especificação de fábrica de 0,5 mm a 1,5 mm. Ajustar ou substituir se fora de tolerância.
  5. 5.
    5. Para confirmação definitiva, conectar osciloscópio ao sinal do CKP e girar o motor com chave: deve-se observar onda senoidal limpa e uniforme em cada dente da roda fônica. Ausência ou onda distorcida confirma falha no sensor ou na roda fônica.

💡 No motor 4M41 da L200 Triton, o CKP é peça crítica para o sistema common rail Delphi — sem o sinal correto, a ECU não comanda a injeção. ATENÇÃO: o sensor do virabrequim neste motor é indutivo (3 pinos), e NÃO intercambiável com o sensor de árvore de cames (CMP). Na troca, utilize apenas peça original ou equivalente homologado; sensores genéricos de baixa qualidade apresentam falha térmica prematura neste motor devido à proximidade com o escapamento. Durante a substituição, sempre limpe a roda fônica e verifique se não há lascas ou deformações nos dentes, pois isso causará falha recorrente.

Dúvidas Frequentes

Qual sensor de posição do virabrequim usar no L200 Triton 4M41?

Para o L200 Triton com motor 4M41 (2007 a 2015), use Sensor de Posição do Virabrequim, código OEM 1865A161. O produto verificado é: Sensor Rotação Virabrequim L200 Triton 3.2 2007 a 2015.

De quanto em quanto tempo ou km troca o sensor de posição do virabrequim do 4M41?

Sem intervalo fixo — substituir ao detectar falha de partida ou rotação. Consulte sempre o manual do proprietário do seu veículo para confirmação.

Quanto custa o sensor de posição do virabrequim para o 4M41?

O preço médio do sensor de posição do virabrequim verificado para o motor 4M41 é de R$ 181 no Mercado Livre. Preços podem variar por marca e vendedor.

O defeito no sensor de posição do virabrequim acende o check engine?

Sim. Uma falha no sensor de posição do virabrequim geralmente acende o check engine com código DTC específico. Use um scanner OBD-II para ler o código antes de substituir o sensor — o mesmo sintoma pode ter outras causas e o scanner direciona o diagnóstico correto.

Sensor de Posição do Virabrequim para L200 Triton

A partir de R$ 181 · Verificado

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